Uma cozinha de avó
Tiago Mendes cresce em Reguengos de Monsaraz, junto ao forno de lenha da avó Júlia. É aí que descobre o fogo como linguagem.


Acreditamos que cada prato deve contar uma história — a do produtor que acordou às 5h, a da terra que viu nascer o ingrediente, a do fogo que o transformou.
A nossa cozinha não inventa; redescobre. Pegamos em receitas que as avós portuguesas conhecem de cor e procuramos a sua versão mais pura, mais honesta, mais luminosa.
«Não cozinhamos para impressionar. Cozinhamos para emocionar.»
— Tiago Mendes, Chef Executivo
Tiago Mendes cresce em Reguengos de Monsaraz, junto ao forno de lenha da avó Júlia. É aí que descobre o fogo como linguagem.
Passagens por El Celler de Can Roca, Mugaritz e Belcanto. Estudo obsessivo da técnica e da matéria-prima ibérica.
Numa antiga adega da Rua das Flores, em Lisboa, nasce o restaurante. Quinze lugares, uma única ementa de degustação.
Reconhecimento internacional. A equipa duplica e o horto próprio, em Sintra, começa a abastecer a cozinha.
O Guia Michelin distingue o Sangue & Terra com a sua segunda estrela. Lançamos o livro «Fogo & Terra».
Continuamos a explorar Portugal através do produto. 50 produtores. 4 estações. Uma única ideia: respeitar o que a terra dá.
A sala de jantar ocupa uma antiga adega de pedra abobadada, restaurada ao detalhe pela arquitecta Inês Lobo. Quinze mesas, luz quente, e uma cozinha aberta que é o coração do restaurante.
As paredes guardam a história — fragmentos de cerâmica encontrados nas obras estão expostos junto à entrada, como testemunho dos séculos que este lugar atravessou.
